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YSTO! StarTalk - O livre pensar.

YSTO! StarTalk - O livre pensar.

 

(Ao som de Mirabai Ceiba)

 

Quando me submeti ao processo de autoconhecimento, comecei o entendimento correto daquilo que se é, daquilo que se faz para ser.

 

Compreendi o realinhamento com a minha essência, aquilo que eu escrevia em minhas canções de maneira intuitiva, mas agora, de maneira consciente.

 

Conquistei o direito de experienciar a vida, de não mais apenas viver, ou sobreviver, mas conquistei o direito de sorrir, de realmente sorrir, e de chorar, de realmente chorar.

 

Conquistei o direito de sentir o meu sorrir, de sentir o meu próprio olhar, de sentir o seu olhar, profundamente.

 

Conquistei o direito de olhar a mim mesmo com o amor próprio e respeito por quem eu sou, pelo grande homem que está sendo expressado em meu coração, pelo grande mestre da vida que já sou.

 

Conquistei o direito em me tornar o líder que gostaria de ver no mundo, de me expressar na escrita e na beleza das artes, das mais altas artes: a arte da vida.

 

Conquistei o dever em me tornar um artista da vida, ao viver a vida em estado de arte. The state of the art, the state of grace!

 

Compreendi que a tristeza tem o seu papel, compreendi que as pessoas têm "medo" de se sentirem vulneráveis, de demonstrar tristeza, pois a tristeza é sinônimo de fraqueza.

"Não chora, menino." Foi o que me disseram, no passado.

 

Mas e se chorar fizer parte de uma limpeza emocional? Mas e se chorar fizer parte de uma libertação interior? E se sentir a tristeza for bom ?

 

E se for um momento que devemos passar para que possamos atingir maiores estados da consciência?

 

E se chorar for uma expressão do amor sentido? E se for uma expressão da reconexão com as estrelas no mais alto céu? E se chorar for a expressão natural da reconexão divina, do amor interior, da harmonia sentida?

 

Será que ser um ser humano é negar a tristeza e apenas sentir felicidade?

 

Existe uma beleza na solitude e na tristeza. Existe uma mestria nesta forma de sentir.

 

Experienciar a tristeza é algo poderoso. Se focarmos nela como um aprendizado, teremos uma transição para estados superiores de consciência, de suprema felicidade. É possível transmutar a tristeza em alegria.

 

Como?

 

Exercícios físicos, simplicidade na vida, meditação, yoga, realização de atividades que se gosta fazer, conversar com novas pessoas, com amigos, ou simplesmente concentrar naquilo que é o seu sonho positivo.

 

Não há nada de errado em experienciar a tristeza, pelo contrário, há uma beleza nesta experiência. É na tristeza que observamos aquilo que precisamos melhorar, aquilo que somos realmente, em nossa própria confrontação com as nossas mazelas internas.

 

As pessoas não tem coragem para abrir o seu coração, e ver o que há de bom e o desafio à ser resolvido.

 

Elas procrastinam, protelam o auto-enfrentamento, encantam-se com o consumismo. Encontram desculpas. Criam culpados. Em geral, é sempre o outro o culpado por sua tristeza, nunca é de sua própria responsabilidade.

 

Em geral, é sempre uma circunstância alheia à sua vontade, algo longe do seu controle. Sempre é alguém o culpado por sua tristeza, nunca é a própria pessoa por ter atraído este evento para a sua vida.

 

Ora, a forma como a sociedade está estabelecida apenas gerou sofrimento, seja físico ou emocional. Talvez, tenha sido gerado lapsos de alegria, momentos de alegria apenas, distante da verdadeira suprema felicidade.

 

As pessoas preferem não enfrentar a tristeza, não entender a razão desta sensação. Elas preferem tomar os seus remédios, preferem esquecer a dor, embriagando-se em suas falsas ilusões medicadas por seres que também estão precisando se autoconhecer. O remédio apenas protela aquilo que precisava ser limpo e revisto.

 

Só consigo ver um livre pensar numa atitude liberta de condicionamentos e pré-concepções sociais. O livre pensar enseja em uma limpeza interior, limpeza emocional, limpeza de crenças limitantes. O livre pensar enseja no enfrentamento de seus medos, de suas mazelas e defeitos.

 

 

Observar-se à todo o momento, compreender o que está passando, ser o observador e o observado ao mesmo tempo.

 

Ser um livre pensador enseja em reconhecer a mestria que a tristeza nos oferece, assim como a mestria que a felicidade nos propõe. Existe uma beleza em estar triste por algum tempo, pois buscamos as soluções para os nossos questionamentos internos.

 

O problema é negar as nossas tristezas, mágoas, ressentimentos, fingir que não estão ali... fingir que tudo está bem, enquanto nada está bem.

 

Observo pessoas sempre contentes. Talvez na frente de outras estejam contentes, sorridentes, mas quando chegam em seus lares, em seu leito, choram pois não são o que gostariam de ser no mundo.

 

Existe uma felicidade eterna, uma felicidade constante, um estado de felicidade supremo, um estado de graça, um estado de self-realization. Este estado é expressado pelo encontro com a sua Presença Interior, o encontro com a sua própria essência, aquilo que habita em seu coração. É possível vivê-lo aqui na Terra, ao recriar o seu paraíso, em qualquer lugar que estiver.

 

Mas, mesmo vivendo neste estado de compreensão interior, ainda é possível sentir tristeza, pois aquilo que nos rodeia pode nos entristecer, afinal aceitar o sentimento atual é aceitar o momento presente, aceitar aquilo que se é.

 

Compreendi que a vida humana na Terra é cercada de doutrinas, filosofias, religiões, divididas em ismos, divididas entre si... Tais expressões são demasiadamente humanas e distantes da essência.

 

Aquilo que é cósmico é harmonioso, libertador e compassivo. Não vê divisões, vê Unidade com O Todo. É uma forma de livre pensar, sempre respeitando as leis universais. Esta expressão de ser humano é o que digo o humano humaníssimo, aquele que não apenas está preso em sua família original, mas vê toda a humanidade como uma só família, uma só fraternidade.

 

É o humano que vai além e vê toda a extensão do Cosmos como sendo a mesma expressão do Todo, vê todos os seres como Um, como mesma família cósmica.

 

O livre pensar é de fato livre dos ismos, pois não vê divisão, vê apenas Unidade.

 

Quando falo menos ismos e mais YSTO!, refiro-me ao processo de libertação da doutrinação e controle mental que nos foi proposto no passado por uma série de conceitos errôneos e sem real profundidade ou comprovação. Refiro-me ao processo de questionamento e de reflexão profunda sobre todas as doutrinações e controles que tivemos no passado.

 

A pergunta é: Como eu posso ser eternamente livre? É possível ser livre? É possível ser um eterno viajante?

 

Se pergunto é porque ainda não sou? Talvez... No entanto, se eu pergunto é porque eu sinto que já sou eternamente livre.

 

Depois de tantos ismos que eu aprendi à reconhecer, observei algumas pequenas verdades dentro deles, observei que tudo estava separado em doutrinas e caminhos aparentemente diversos. Compreendi que deveria buscar em meu coração e alma, aquilo que buscava apenas nos livros e na academia.

 

Experienciar a vida, olhar as pessoas com mais humildade, observar o ser humano como ele é, sem mais ou menos, sem falsas percepções.

 

Observar com o coração conectado e olhos brilhantes!

 

Aliás, sinto falta de ver pessoas com olhos brilhantes e corações bondosos!

 

Vivem apagados dentro do seu próprio corpo, imersos em um medo descontrolado. Estão presos em seu próprio habitat natural, como que perdidos em si, sem saber como sair de sua própria prisão interior.

 

São dependentes; dependentes da família, do Estado, de uma empresa, de uma vida que de fato não os torna livres, livres em seu próprio voar, autônomos em consciência.

 

Talvez a dependência e o estar apagado dentro de seu próprio corpo seja a idéia da morte, realmente.

 

Muitos já estão mortos para o coração, apenas sobrevivendo, sem existir ou experienciar realmente a vida, como se fosse o último instante.

 

Mais Carpe diem! Mais consciência, com ciência!

 

Ser um livre pensador enseja em ser corajoso o suficiente para assumir a responsabilidade por um posicionamento realmente à frente do seu tempo, realmente forte e encorajador de mudanças.

 

O exemplo de grandes mestres sempre me foi amigo, pois eram seres profundamente questionadores e provocadores de mudanças positivas. Um Índigo em sua essência, assim como a minha.

 

É uma pena ver tantas religiões deturpando e mudando a real essência do ensinamento destes grandes mestres, manipulando pessoas em nome de uma salvação promovida por interesses pecuniários ou apenas interesses de controle mental.

 

Há que realmente termos discernimento sobre tudo nesta vida.

 

Observação, clareza mental, limpeza emocional, energia positiva e coração centrado. Tudo nos leva ao processo de aprimoramento de nossa vivência como um ser humano mais humano.

 

Quanto mais nos libertarmos dos ismos e adentrarmos ao processo de independência intelectual, promovendo valores humanos e a paz interior, é que começaremos à compreender a real vivência em um mundo tão carente de amor e amizade.

 

As pessoas, em geral, enxergam-se à partir de rótulos, de logomarcas, de ismos, de grupos, de tribos. Elas se organizam por uma questão de afinidade energética, de afinidade mental, gerado por uma egrégora (união de pensamentos).

 

O que fazer para que elas entendam que fazem parte de um mesmo processo humano?  Nada! Sim. Nada!

 

Quem tiver olhos para ver a sua mestria, assim verá, quem tiver ouvido ouvirá!

 

Apenas seja você o exemplo, no seu cotidiano, na sua atitude mais humana, expressando a sua presença interior, ao inspirar novas positivas atitudes.

 

Quanto mais nos libertarmos dos ismos, mais nos libertaremos das divisões antes propostas pela Matriz.

 

É o jogo na Terra. Um jogo feito por forças duais. Um jogo cósmico feito por divisões. Jogaremos este jogo até o momento da Era de Ouro, em que tudo será harmonia e paz.

 

Cabe aos que compreenderão esta verdade, compartilhar e ensinar aquilo que é possível expressar em palavras. Há um sentimento de verdade, de reconexão, que é impossível explicar em palavras, o que só pode ser sentido de olhos fechados e coração aberto.

 

Falta mais sentir, falta mais reconexão na vida das pessoas. Quanto mais entenderem que são irmãos e irmãs na mesma estrada, mais sairão dos ismos e se ajudarão. Cooperação é a palavra. Compaixão é a expressão.

 

O verdadeiro professor na vida não ensina uma doutrina, mas ensina o livre pensar, o poder de questionar corretamente e refletir corretamente, o poder de encontrar dentro de si, todas as respostas que se procura fora.

 

Fica a reflexão!

 

Mais livre pensar, menos opressão mental! Freedom!

 

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Carlos Canteri

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